O Diário de Anne Frank


Espero pode contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda. (Anne Frank)

A frase a cima é a inicial do livro e por ela podemos perceber que realmente estaremos lendo um diário pessoal e intimo, com memorias e recordações de uma menina de doze anos. Nas primeiras páginas percebi que ela não sabia muito que escrever no diário, mas, logo entender que ela sente falta mesmo é de alguém com quem possa conversar de um amigo de verdade. Mesmo, tendo muitas pessoas a sua volta ela se sente constantemente sozinha. Entendi também porque o pai dela deixou as parte que falavam do relacionamento de Anne com a mãe fora da mídia por tanto tempo, ela tinha a mente de uma criança e entendia as coisas da maneira dela, sendo assim, muitas coisas que a mãe fazia ou as repreensões que ela aplicava eram entendidas por Anne como falta de amor, mas, a mãe apenas queria protege-la.
Uma boa parte do livro Anne conta sobre as brigas no anexo, as brigas com a mãe, como o a vida dela é chata e entediante, sobre os sonhos reais que ela anda tendo com a avó e com uma amiga, enfim, ela conta várias coisas interessantes que ao mesmo tempo vão cansando a leitura. Mas, quando ela resolve fazer amizade com o Peter para “ajuda-lo” a melhorar sua convivência no anexo à leitura do diário fica muito melhor, pois, ela começa a contar o seu dia como se fosse uma aventura que a deixa feliz e outras vezes chateada, porque o que era apenas acabou virando amor adolescente. É reconfortante saber que em meio a tantas confusões, medos e os perigos de estarem escondidos, eles deixaram um lugar para o amor. O amor que foi começando aos poucos e tomou conta deles por inteiro.
Eu gostei muito de conhecer essa história emocionante, e para mim, a parte mais difícil de ler foram as quatro ultimas páginas, pois, no momento em que eles acreditavam estarem salvos foram denunciados por algum desconhecido.

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